Christchurch New Zealand’s Garden City

6h15 hora de levantar no antepenúltimo dia destas semanas maravilhosas passadas a conhecer a Nova Zelândia. Hora de deixar para trás Te Anau e rumar a Christchurch, uma longa viagem de autocarro pela frente e chegada ao fim da tarde à maior cidade da ilha do sul.

Foi um dia bastante cansativo e tudo o que fiz quando cheguei a casa da Ronda (marcado através da airbnb), onde ia ficar nas próximas duas noites, uma casa muito agradável e alegre, diga-se de passagem, bem situada e com um jardim bem tranquilo, foi tomar um duche e um chá e estava pronta para uma boa noite de sono.

E que boa noite, dormi 10 horas de seguida eheheh

Saí de casa e apanhei o autocarro 28, sugestão da Ronda, na noite anterior, para visitar Lyttelton, uma pequena vila onde fica o Porto de Christchurch. O Porto é muito movimentado e deixei-me ficar por ali a ver a azáfama dos camiões e comboios de transporte de madeira dentro do Porto. Após o que andei pela vila, bonita, bem arranjada, com as casas em madeira que tanto me agradam.

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Lyttelton
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Lyttelton
Lyttelton
Lyttelton
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Lyttelton
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Lyttelton
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Lyttelton
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Lyttelton
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Lyttelton
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Lyttelton

Depois de algumas horas a vaguear regressei no mesmo autocarro a Christchurch.

Andei pela Re-start, perdi-me pelas lojas, principalmente livrarias…

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Christchurch
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Christchurch
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Catedral de Christchurch
Christchurch
Christchurch
Christchurch

Entretanto decidi fazer o circuito de Tram pela cidade, que funciona como hop on hop off, saí várias vezes, andava para trás e voltava a apanhar o tram. Foi uma tarde bem passada a visitar ruas que ainda não tinha visto, deu para visitar também o Canterbury Museum, que vale a pena visitar.

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Christchurch
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Christchurch
Christchurch
Christchurch
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Christchurch
Museu Canterbury, Christchurch
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Christchurch

A cidade está a ser massivamente reconstruída depois dos inúmeros sismos que a assolaram: em 04.09.2010 (magnitude 7.1), em 22.02.2011 (magnitude 6.3), este apesar da magnitude mais baixa foi muito mais violento que o primeiro e foi dos mais violentos alguma vez registados numa área urbana, à escala global. Morreram 185 pessoas e a icónica Catedral e muitos outros edifícios ficaram severamente danificados. Os terramotos continuaram a suceder-se, tendo havido dois no dia 13.06.2011 com a magnitude de 5.6 e 6.3 que resultaram em mais estragos ao nível dos edifícios e infra-estruturas.

Christchurch
Christchurch

Entre 04.09.2010 e 03.09.2014 foram registados na região 4.558 sismos com magnitude superior a 3.0. Mais de 1500 edifícios foram demolidos ou parcialmente demolidos até Setembro de 2013.

Presenciei a reconstrução da cidade que continuará nos próximos anos.

Mas, deixando o assunto sismíco para trás, Christchurch, é uma cidade linda, bem arranjada, com um parque magnífico ao longo das margens do rio Avon, o parque Hagley norte e sul. E foi por aqui que andei na minha última manhã na cidade.

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Parque Hagley, Christchurch
Parque Hagley
Parque Hagley

Pelo que me foi dado ver e perceber tem uma qualidade de vida muito boa.

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Christchurch
Christchurch
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Christchurch
Christchurch

Hora da despedida da Nova Zelândia. Apanhei o autocarro para o aeroporto e depois, bem depois, três horas de viagem até Sidney, dezasseis horas até ao Dubai e sete horas até Lisboa. Onde cheguei sem os meus bastões de caminhada, mas o resto da bagagem estava intacta 😉

Informação útil:

Alojamento: Uma vez mais marquei através da Airbnb. Foi uma solução óptima ficar hospedada em casas com a companhia dos proprietários, para conversar, fazer refeições, saber e contar histórias, é toda uma experiência diferente de ficar num hotel onde o tratamento é completamente diferente, por muito bom que seja.

Refeições: Fiz todas as refeições em casa com ingredientes comprados no supermercado.

Deslocações: como em toda esta viagem, desloquei-me de autocarro.

Transporte para o aeroporto: Além do táxi e de outras alternativas, existe um autocarro, nº 29, que vai directamente ao aeroporto em cerca de 30 minutos, e que custa 8 NZ$ (por exemplo, o shuttle, custa cerca de 30,00 NZ$)

O que fazer: Podem ver aqui. Eu visitei o museu o jardim botânico e deixei-me perder, vaguear, pela cidade.

Nova Zelândia, no geral: o custo de vida é elevado, no entanto em termos de compras básicas, como comida e bebida nos supermercados, o custo é equivalente ao nosso. Só para terem ideia: uma banana custa 0,70 NZ$ (€ 0,45), 1 Kg de cerejas e nectarinas NZ$ 6,20 equivalente a € 4,00. Um almoço em restaurante com vinho NZ$ 30,00, cerca de € 20,00 e jantar também com vinho NZ$ 41,50 cerca de € 27,00, claro que há mais caro e mais económico há disposição.

Sinceramente não queria terminar os meus post de viagem a este país onde disse e continuo a dizer, ser o país onde ficaria a viver, sem dúvida, talvez um dia regresse para descobrir muito mais. Entretanto darei continuidade aos meus post de viagem, por outros continentes, vão passando por cá para ver as novidades.

Post anteriores:

Auckland, Karekare Beach e Waiheke Island

Tongariro National Park

Wellington

Nelson e Abel Tasman National Park

Queenstown

Routeburn Great Walk

Te Anau e Milford Sound

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